
Episode #20
Episódio 20: Ritrovato, che nostalgia! Uma conversa com Rui Alves de Sousa e Samuel Andrade (+ Luís Miguel Oliveira)
Aviso à navegação, este episódio foi gravado antes da estreia de “Odyssey”, do Nolan… fica o aviso, porque as menções aqui feitas foram concebidas com o sabor da antecipação. Mas andiamo , porque o que nos levou ao encontro, a este novo episódio, não foi Nolan em si, mas outro evento, Ritrovato, a contar com a sua 40.ª edição, o Festival de Cinema especializado no clássico e restauro, História do Cinema como nova, contou com uma comitiva portuguesa de peso. Eu, neste pedaço de mar plantado, roído de inveja, admito, solicitei uma viagem aos olhos de outros. Os meus convidados fornecem isso, não uma rota turística (nem gastronómica, pois claro), mas antes uma viagem com o seu rigor crítico. Rui Alves de Sousa e Samuel Andrade, já conhecidos deste universo Bola Preta, prestaram testemunho… oh, espera (“ estão a gravar? ”). Ouve-se uma voz no fundo. “ Sim, junta-te. ” Saltando para a água, Luís Miguel Oliveira, outro repetente, também esmiuça sobre esta viagem e o que de lá retirou sobre o estado do cinema. Pelo meio, formatos e Nolan, as suas odisseias, porque a cinefilia tem isso mesmo, algo de aventureiro, por vezes saudoso, mas igualmente bravo. Uns quantos hurras à película porque o “ digital é necrofilia pura ”, disse alguém… segundo a memória fragmentada de alguns, ‘coisas’ da idade. Material de Apoio A mencionada crónica de André Filipe Gonçalves sobre as “críticas compradas”: https://cinematograficamentefalando.com/2026/07/08/quando-a-critica-se-confunde-com-marketing-o-caso-nolan/ Texto de Samuel Andrade no FilmSpot em que se confessa “Nolaniano”: https://filmspot.pt/artigo/nolaniano-me-confesso-15037/ “Polígrafo” Apesar da motivação e promessa durante o episódio, não fomos ver o “Blowing Wild” do Hugo Fregonese.






