
Igreja em Porto Alegre
José Gustavo Miranda - Revelação de Jesus Cristo - Parte 1
A Bíblia apresenta uma grande história de amor que começou no jardim do Éden e será plenamente consumada quando a igreja, a noiva do Cordeiro, estiver para sempre com o Senhor. Apesar da queda, o Noivo não desistiu daqueles que foram feitos para Ele, mas veio buscá-los e resgatá-los. Por isso, diante das distrações, preocupações e ataques deste tempo, precisamos manter os olhos naquilo que o Senhor vê e desejar sinceramente a Sua vinda. O Espírito e a noiva dizem: “Vem!”, pois aguardamos o dia em que estaremos com Ele para sempre.¹ O propósito de toda pregação da palavra de Deus é nos transformar à imagem de Cristo. Nosso espírito foi regenerado, nosso corpo aguarda a redenção e pode ser apresentado hoje como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; mas é em nossa alma que acontece uma obra contínua de transformação.² ³ A mente de Cristo precisa substituir a mente carnal, voltada para si mesma e para os próprios interesses. O Espírito Santo usa a palavra, revela Cristo e nos convence do pecado, da justiça e do juízo.⁴ Quando nossos pensamentos são alinhados com a vontade de Deus, nossos sentimentos encontram o devido lugar e nossas escolhas são direcionadas para aquilo que O agrada. Esse também é o objetivo do livro de Apocalipse. Seu propósito principal não é estabelecer datas para a volta de Cristo, identificar personagens ou relacionar dogmaticamente cada guerra, terremoto ou catástrofe a uma profecia específica. Embora os sinais devam ser considerados, conhecer cronologias, símbolos e acontecimentos não garante transformação. Podemos conhecer muitas coisas a respeito da vinda do Senhor sem amar a Sua vinda. Paulo declarou que a coroa da justiça está reservada para todos os que amam a vinda de Cristo.⁵ Essa expectativa deve produzir em nós uma atitude interior e exterior de quem está preparado para encontrar o Senhor a qualquer momento. Apocalipse é, antes de tudo, a revelação de Jesus Cristo dada aos Seus servos.⁶ Portanto, não deve ser visto como um livro destinado a produzir medo, mas como uma revelação do Noivo à Sua igreja. Assim como Rebeca caminhou para encontrar Isaque, a igreja caminha ao encontro de Cristo. Seu maior interesse não deve estar apenas nos acontecimentos que antecedem esse encontro, mas em conhecer Aquele que a espera. Antes de apresentar os eventos futuros, o Senhor fala à igreja por meio das cartas enviadas a Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia. Essas cartas podem ser compreendidas de três maneiras. Na interpretação literal, foram dirigidas a igrejas reais do primeiro século e trataram de situações próprias de cada cidade. Na interpretação espiritual, contêm verdades e princípios aplicáveis à igreja em qualquer lugar e em qualquer tempo. Na interpretação histórica, podem representar diferentes períodos da história da igreja. Esta última leitura não deve ser tratada como um dogma, mas pode nos ajudar a perceber a condição da igreja ao longo do tempo. Contudo, o objetivo central permanece o mesmo: ouvir o que o Espírito diz às igrejas e responder à Sua palavra.⁷ ⁸ As cartas seguem uma estrutura que também pode ser percebida no livro como um todo. Cristo primeiramente Se apresenta; depois, revela a verdadeira condição da igreja, reconhece aquilo que Lhe agrada, reprova o que precisa ser corrigido, exorta ao arrependimento e faz .... (leia o texto na íntegra e as perguntas em nosso site: www.igrejaemportoalegre.com.br)



